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Dedo no Cu e Gritaria (feat. Young Piva, Celo Dut & Vírus)

👤 Baco Exu do Blues feat. Young Piva, Celo Dut & Vírus 🎼 Não Tem Bacanal na Quarentena ⏱️ 2:29
🎵 1431 characters
⏱️ 2:29 duration
🆔 ID: 6059542

📜 Lyrics

Quando o mar chorou
Fiz essa daqui
Sentiu, quem ficou
O Sol explodir

Gigantes choram, sentem na pele o não caber
Nervos de creme
Gigantes choram, sentem na pele o não caber
De longe nem tremem

Debaixo desse Sol quente
Queima o plástico não recolhido
Depois de tanta coca, droga
Fiz um furo no meu cinto

Urubu que avoa e não sabe onde pousar
Tem o céu como moradia
E quando não chove, as árvores não move
E o chão que ardia

Uns banhistas de sunga, uns que não se assumem
Enquanto isso, tanques de guerra produzido pela Samsung
O conforto é uma área insegura

A rua criando igual reformatório (okay!)
Jovem negros livres com problemas neurológicos
Traficando no trópico atrás dessa lama
Manuseando a órbita, eu sou a cólera (urgh!)

Logicamente homens aumentam o próprio falo
Já que falar não prova a miudez do seu fardo
Fadigado, formigamento das pineais em busca de algo
Alérgico a alegria, eu quero que se foda o seu pecado (foda-se!)

Meu aliado é um demônio vestido de anjo
Que caga na boca do mundo e cheira o odor do mundano
Eu sou o homem que enganou todo o planeta
De terno e gravata, meu contrato na maleta

Tô em Salcity de carona com o capeta
Guardando rancor, meus inimigos na gaveta
Ojuara, cangaço, morte violenta
Assassino de trapper, seu sangue espirra violeta

Meu pecado é o martelo e a trombeta
Tromba meu bonde, desencanto pra sua vida feia
Dedo no cu do cão miúdo que ele gosta

⏱️ Synced Lyrics

[00:04.42] Quando o mar chorou
[00:10.02] Fiz essa daqui
[00:14.85] Sentiu, quem ficou
[00:21.35] O Sol explodir
[00:27.38] Gigantes choram, sentem na pele o não caber
[00:33.25] Nervos de creme
[00:39.29] Gigantes choram, sentem na pele o não caber
[00:44.92] De longe nem tremem
[00:51.88] Debaixo desse Sol quente
[00:54.73] Queima o plástico não recolhido
[00:57.89] Depois de tanta coca, droga
[01:00.56] Fiz um furo no meu cinto
[01:03.23] Urubu que avoa e não sabe onde pousar
[01:06.38] Tem o céu como moradia
[01:08.57] E quando não chove, as árvores não move
[01:11.75] E o chão que ardia
[01:13.86] Uns banhistas de sunga, uns que não se assumem
[01:17.56] Enquanto isso, tanques de guerra produzido pela Samsung
[01:22.75] O conforto é uma área insegura
[01:25.76] A rua criando igual reformatório (okay!)
[01:28.12] Jovem negros livres com problemas neurológicos
[01:30.99] Traficando no trópico atrás dessa lama
[01:33.63] Manuseando a órbita, eu sou a cólera (urgh!)
[01:37.05] Logicamente homens aumentam o próprio falo
[01:39.74] Já que falar não prova a miudez do seu fardo
[01:42.48] Fadigado, formigamento das pineais em busca de algo
[01:45.93] Alérgico a alegria, eu quero que se foda o seu pecado (foda-se!)
[01:49.22] Meu aliado é um demônio vestido de anjo
[01:51.34] Que caga na boca do mundo e cheira o odor do mundano
[01:54.00] Eu sou o homem que enganou todo o planeta
[01:56.68] De terno e gravata, meu contrato na maleta
[01:59.67] Tô em Salcity de carona com o capeta
[02:02.62] Guardando rancor, meus inimigos na gaveta
[02:05.63] Ojuara, cangaço, morte violenta
[02:08.32] Assassino de trapper, seu sangue espirra violeta
[02:11.12] Meu pecado é o martelo e a trombeta
[02:13.99] Tromba meu bonde, desencanto pra sua vida feia
[02:20.31] Dedo no cu do cão miúdo que ele gosta
[02:23.33]

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