Baião / Imbalança / Asa Branca
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📜 Lyrics
Eu vou mostrar pra vocês
Como se dança o baião
E quem quiser aprender
É favor prestar atenção
Morena, chegue pra cá
Bem junto ao meu coração
Agora é só me seguir
Pois eu vou dançar o baião
E eu já dancei balancê
Chamego e samba, e xerém
Mas o baião tem um quê
Que as outras danças não têm
Quem quiser, só dizer
Pois eu com satisfação
Vou dançar cantando o baião
Baião, baião
Olha a palha do coqueiro quando o vento dá
Olha o tombo da jangada nas onda do mar
Olha o tombo da jangada nas onda do mar
Olha a palha do coqueiro quando o vento dá
Imbalança, imbalança, imbalançar
Imbalança, imbalança, imbalançar
Pra você aguentar meu rojão
É preciso saber requebrar
Ter molejo nos pés e nas mão
Ter no corpo o balanço do mar
Ser que nem carrapeta no chão
E virar folha seca no ar
Que é pra quando escutar o baião
Imbalança, imbalança, imbalançar
Imbalança, imbalança, imbalançar
Imbalançar
Quando olhei a terra ardendo
Qual fogueira de São João
Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação?
Eu perguntei a Deus do céu
Por que tamanha judiação?
Que braseiro, que fornalha
Nem um pé de plantação
Por falta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Por falta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
'Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
Entonce' eu disse: Adeus, Rosinha
Guarda contigo meu coração
Entonce' eu disse: Adeus, Rosinha
Guarda contigo meu coração
Quando o verde dos teus olho
Se espalhar na plantação
Eu te asseguro: Não chore, não, viu?
Que eu voltarei, viu, meu coração?
Eu te asseguro: Não chore, não
Que eu voltarei, viu, meu coração?
Como se dança o baião
E quem quiser aprender
É favor prestar atenção
Morena, chegue pra cá
Bem junto ao meu coração
Agora é só me seguir
Pois eu vou dançar o baião
E eu já dancei balancê
Chamego e samba, e xerém
Mas o baião tem um quê
Que as outras danças não têm
Quem quiser, só dizer
Pois eu com satisfação
Vou dançar cantando o baião
Baião, baião
Olha a palha do coqueiro quando o vento dá
Olha o tombo da jangada nas onda do mar
Olha o tombo da jangada nas onda do mar
Olha a palha do coqueiro quando o vento dá
Imbalança, imbalança, imbalançar
Imbalança, imbalança, imbalançar
Pra você aguentar meu rojão
É preciso saber requebrar
Ter molejo nos pés e nas mão
Ter no corpo o balanço do mar
Ser que nem carrapeta no chão
E virar folha seca no ar
Que é pra quando escutar o baião
Imbalança, imbalança, imbalançar
Imbalança, imbalança, imbalançar
Imbalançar
Quando olhei a terra ardendo
Qual fogueira de São João
Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação?
Eu perguntei a Deus do céu
Por que tamanha judiação?
Que braseiro, que fornalha
Nem um pé de plantação
Por falta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Por falta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
'Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
Entonce' eu disse: Adeus, Rosinha
Guarda contigo meu coração
Entonce' eu disse: Adeus, Rosinha
Guarda contigo meu coração
Quando o verde dos teus olho
Se espalhar na plantação
Eu te asseguro: Não chore, não, viu?
Que eu voltarei, viu, meu coração?
Eu te asseguro: Não chore, não
Que eu voltarei, viu, meu coração?