Aguas De Marco
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⏱️ 3:17 duration
🆔 ID: 218524
📜 Lyrics
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo (é o nó da madeira)
Caingá, candeia (é o Matita Pereira)
É madeira de vento (tombo da ribanceira)
É o mistério profundo (é o queira ou não queira)
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumueira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão (é a marcha estradeira)
Passarinho na mão (pedra de atiradeira)
É uma ave no céu (é uma ave no chão)
É um regato, é uma fonte (é um pedaço de pão)
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto, o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe (é um prego), é uma ponta (é um ponto)
É um pingo (pingando), é uma conta (é um conto)
É um peixe, é um gesto (é uma prata brilhando)
É a luz da manhã (é o tijolo chegando)
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo (é uma ponte), é um sapo (é uma rã)
É um resto (de mato), na luz (da manhã)
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é Rosa (é Miro)
É um espinho (na mão), é um corte (no pé)
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É um estrepe (é um prego), é uma ponta (é um ponto)
É um pingo (pingando), é uma conta (é um conto)
É um passo, é uma ponte (é um sapo, é uma rã)
É um belo horizonte (é uma febre terçã)
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo (é o nó da madeira)
Caingá, candeia (é o Matita Pereira)
É madeira de vento (tombo da ribanceira)
É o mistério profundo (é o queira ou não queira)
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumueira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão (é a marcha estradeira)
Passarinho na mão (pedra de atiradeira)
É uma ave no céu (é uma ave no chão)
É um regato, é uma fonte (é um pedaço de pão)
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto, o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe (é um prego), é uma ponta (é um ponto)
É um pingo (pingando), é uma conta (é um conto)
É um peixe, é um gesto (é uma prata brilhando)
É a luz da manhã (é o tijolo chegando)
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo (é uma ponte), é um sapo (é uma rã)
É um resto (de mato), na luz (da manhã)
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é Rosa (é Miro)
É um espinho (na mão), é um corte (no pé)
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É um estrepe (é um prego), é uma ponta (é um ponto)
É um pingo (pingando), é uma conta (é um conto)
É um passo, é uma ponte (é um sapo, é uma rã)
É um belo horizonte (é uma febre terçã)
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
⏱️ Synced Lyrics
[00:11.94] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[00:16.04] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[00:19.81] É um caco de vidro, é a vida, é o sol
[00:23.16] É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
[00:26.88] É peroba do campo (é o nó da madeira)
[00:30.66] Caingá, candeia (é o Matita Pereira)
[00:34.39] É madeira de vento (tombo da ribanceira)
[00:38.18] É o mistério profundo (é o queira ou não queira)
[00:41.75] É o vento ventando, é o fim da ladeira
[00:44.89] É a viga, é o vão, festa da cumueira
[00:48.64] É a chuva chovendo, é conversa ribeira
[00:52.32] Das águas de março, é o fim da canseira
[00:56.02] É o pé, é o chão (é a marcha estradeira)
[00:59.48] Passarinho na mão (pedra de atiradeira)
[01:02.97] É uma ave no céu (é uma ave no chão)
[01:06.64] É um regato, é uma fonte (é um pedaço de pão)
[01:10.47] É o fundo do poço, é o fim do caminho
[01:13.66] No rosto, o desgosto, é um pouco sozinho
[01:17.34] É um estrepe (é um prego), é uma ponta (é um ponto)
[01:21.20] É um pingo (pingando), é uma conta (é um conto)
[01:24.86] É um peixe, é um gesto (é uma prata brilhando)
[01:28.11] É a luz da manhã (é o tijolo chegando)
[01:31.77] É a lenha, é o dia, é o fim da picada
[01:35.13] É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
[01:38.78] É o projeto da casa, é o corpo na cama
[01:42.42] É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
[01:46.74] É um passo (é uma ponte), é um sapo (é uma rã)
[01:49.52] É um resto (de mato), na luz (da manhã)
[01:52.92] São as águas de março fechando o verão
[01:57.06] É a promessa de vida no teu coração
[02:00.07]
[02:27.87] É uma cobra, é um pau, é Rosa (é Miro)
[02:30.86] É um espinho (na mão), é um corte (no pé)
[02:34.11] São as águas de março fechando o verão
[02:37.87] É a promessa de vida no teu coração
[02:41.32] É um estrepe (é um prego), é uma ponta (é um ponto)
[02:45.19] É um pingo (pingando), é uma conta (é um conto)
[02:48.74] É um passo, é uma ponte (é um sapo, é uma rã)
[02:52.42] É um belo horizonte (é uma febre terçã)
[02:56.27] São as águas de março fechando o verão
[02:59.30] É a promessa de vida no teu coração
[03:03.20] São as águas de março fechando o verão
[03:06.62] É a promessa de vida no teu coração
[03:10.23]
[00:16.04] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[00:19.81] É um caco de vidro, é a vida, é o sol
[00:23.16] É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
[00:26.88] É peroba do campo (é o nó da madeira)
[00:30.66] Caingá, candeia (é o Matita Pereira)
[00:34.39] É madeira de vento (tombo da ribanceira)
[00:38.18] É o mistério profundo (é o queira ou não queira)
[00:41.75] É o vento ventando, é o fim da ladeira
[00:44.89] É a viga, é o vão, festa da cumueira
[00:48.64] É a chuva chovendo, é conversa ribeira
[00:52.32] Das águas de março, é o fim da canseira
[00:56.02] É o pé, é o chão (é a marcha estradeira)
[00:59.48] Passarinho na mão (pedra de atiradeira)
[01:02.97] É uma ave no céu (é uma ave no chão)
[01:06.64] É um regato, é uma fonte (é um pedaço de pão)
[01:10.47] É o fundo do poço, é o fim do caminho
[01:13.66] No rosto, o desgosto, é um pouco sozinho
[01:17.34] É um estrepe (é um prego), é uma ponta (é um ponto)
[01:21.20] É um pingo (pingando), é uma conta (é um conto)
[01:24.86] É um peixe, é um gesto (é uma prata brilhando)
[01:28.11] É a luz da manhã (é o tijolo chegando)
[01:31.77] É a lenha, é o dia, é o fim da picada
[01:35.13] É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
[01:38.78] É o projeto da casa, é o corpo na cama
[01:42.42] É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
[01:46.74] É um passo (é uma ponte), é um sapo (é uma rã)
[01:49.52] É um resto (de mato), na luz (da manhã)
[01:52.92] São as águas de março fechando o verão
[01:57.06] É a promessa de vida no teu coração
[02:00.07]
[02:27.87] É uma cobra, é um pau, é Rosa (é Miro)
[02:30.86] É um espinho (na mão), é um corte (no pé)
[02:34.11] São as águas de março fechando o verão
[02:37.87] É a promessa de vida no teu coração
[02:41.32] É um estrepe (é um prego), é uma ponta (é um ponto)
[02:45.19] É um pingo (pingando), é uma conta (é um conto)
[02:48.74] É um passo, é uma ponte (é um sapo, é uma rã)
[02:52.42] É um belo horizonte (é uma febre terçã)
[02:56.27] São as águas de março fechando o verão
[02:59.30] É a promessa de vida no teu coração
[03:03.20] São as águas de março fechando o verão
[03:06.62] É a promessa de vida no teu coração
[03:10.23]